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Windows 7

Fã da semana

Um Windows para cada um

COMENTÁRIOS

RAFAEL-CORDEIRO-DESTAQUE

Para a alegria de muitos pais e mães por aí, as crianças da década de 80 desistiram de ser astronautas (ideia fixa da molecada dos anos 70) e resolveram sonhar com algo mais barato e menos impossível: “trabalhar com computadores” (ou “programar”, o nome que os adultos usam). Nenhuma criança sonhadora de 1970 deve ter tido a sorte de conhecer um laboratório da Nasa, mas as crianças de 1980 foram mais sortudas: os computadores começaram a chegar aos lares nessa época.

Esse é o caso de Rafael Cordeiro, que mesmo fugindo do estereótipo geek, começou a mexer com computadores há quase 30 anos, quando tinha seus cinco ou seis anos de idade. Naquela época, o único botão Iniciar que existia era o interruptor que ligava a máquina e, para jogar, a criançada tinha que comprar revistas especializadas que traziam os códigos que deviam ser repetidos. No final, a recompensa era ter “feito seu próprio jogo”, que normalmente não passava de uma bolinha que rebatia nos cantos da tela.

Mas esse pontapé foi tudo que ele precisou para fazer uma prova, e passar, em uma escola pública que formava técnicos em processamento de dados. E foi aí que ele comprou seu primeiro computador com o novíssimo Windows 3.11 instalado, ainda em 1994. Uma década depois, Rafael tinha dois diplomas: o de técnico em processamento de dados e o de graduado em matemática pela USP. A paixão pelos números não gritou tão alto e Rafael decidiu voltar à programação. E quem estava lá? Seu computador com o Windows, é claro! Só que dessa vez, bem melhor que aquele monitor de fósforo verde e programação BASIC, convenhamos…

Com um poderoso computador Core i7 e um – agora realmente novo – Windows, ele apostou todas as suas fichas em computação gráfica e modelagem de personagens ultrarrealistas (parece papo de Nasa, no fim das contas).  Tudo isso virando dia e noite atrás de informações em fóruns e batendo a cabeça com tentativas, num processo bem autodidata. Porque se tem uma coisa que as crianças da década de 80 aprenderam é que, não importa se você passa seis, oito horas, na frente de um computador: se no final você conseguir fazer um código funcionar, você está feliz.

Mas, por que Windows? “O Windows é flexível, tem uma pancada de ferramentas para programação e, o que todo programador precisa, o público é imenso. Então quer dizer que o que você fizer tem muito mais chance de cair nas graças do povo”.

A impressão que Rafael tem do Windows é que, mesmo depois de tanta evolução na interface – e ele acompanhou todas, sabe do que está falando – cada usuário já tem uma história com alguma versão anterior e a adaptação é sempre mais fácil. “Por isso, a interação com qualquer versão nova do Windows se torna mais intuitiva e menos traumática.”

Apesar de não ser um astronauta, Rafael viaja muito e tem a maior prova dessa facilidade  dentro de casa. Sua mãe, fã de internet, aproveita o computador para ficar um pouquinho mais perto dele e ver as fotos que ele posta nas redes durante suas viagens. “Ela teria dificuldade em usar outro sistema”, diz ele, feliz por poder viajar numa boa, sem se preocupar com ligações de longa distância para perguntar como faz para se conectar depois de uma queda de luz.

E você, é programador? Também é fã de Windows? Conte sua história nos comentários, você pode ser o próximo fã da semana!

 

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Comentários no post
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Eduardo Arcanjo disse:

Isso ai! Nunca desista, sempre procuramos evoluir nosso aprendizado! Windows é tudo.

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vitor vigna disse:

eu fui estudante nos anos 80 na Escola Tecnica Parobé no RS, na época as primeiras geraçôes de computadores eram enormes caixas, e com o passar do tempo, os profissionais da eletronica,da eletrotecnica, da computação,aperfeiçoaram-se neste ramo.Hoje,agradecemos muito,visto o que a Microsoft e o mundo do Windows,tem a oferecer-nos.Cada dia,que passa um futuro melhor ao nosso alcance nos espera.

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DOLORES disse:

Sou da geração de 1961.muito antes da geração do Rafael que é o fã da semana. Adoro o Windows, pela sua beleza e facilidade mas, meu filho é fã do linux e é o dono do pc, portanto, só depois de muitas brigas é que ele instala o windows. Hj mesmo não estou usando o windows. Que dor!

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